10.13.2008

:: quando tiverem um minutinho, passem aqui

Não podia concordar mais com o autor deste Blogue quando diz que isto, isto, meus amigos, é serviço público! Nem mais!

e serviço público com sentido de humor...

10.09.2008

:: no trânsito

eu, grande adepta da teoria de que pela manhã no caminho para o trabalho devemos respeitar as necessidades do nossos cérebro e deixá-lo ser um grande buraco negro, dei por mim hoje, meia perdida no trânsito, a pensar. Pensava como seria a minha vida daqui a um ano. É que não faço ideia! Mas temo que não seja nada daquilo que planeei.

10.08.2008

:: and... it happened again!

As expectativas são lixadas. São o passo imediatamente anterior à desilusão, portanto quando expectamos algo, é certo e sabido que em 90% dos casos nos vamos desiludir e com a desilusão vem a tristeza, a frustração, a lágrima. Perdoem-me portanto este post, mas percebam porque não tenha uma boa impressão das expectativas.

 

Mais lixado ainda que ter um volume considerado razoável expectativas ao longo da vida e em situações de alguma importância, é ser-se um Ser irremediavelmente expectante em todos os aspectos e a todo o momento. Entenda-se que expectativa não tem aqui o significado literal de uma esperança fundada em promessas ou probabilidades. Não. As minhas expectativas são completa e absurdamente infundadas! São contruídas sobre castelos no ar. Porque eu gostava que fosse assim, então faço o filme (romanceado), alimento a história com pormenores, detalhes pequeninos mas que fazem toda a diferença e espero.... espero... espero... mas quase nunca acontece.

 

Frustração é um sentimento quase tão lixado como são as expectativas. E eu sinto-me assim muitas vezes... demasiadas vezes. Resta-me esperar que a idade me traga juízo e temperança. Já é tempo!

10.07.2008

:: é tão bom


estar no quentinho do escritório, com as luzes acesas e ouvir o céu a desabar lá fora.... quase que sinto o cheiro da terra molhada !

10.06.2008

:: storytailors

Cada criação, um conto de fadas.
Estiveram novamente no Portugal Fashion e encantaram.

* imagem emprestada daqui

10.03.2008

:: da amizade

há qualquer coisa de agreste que às vezes nos quebra. Do desconhecido surge uma semente má e os ventos agrestes do outono com ameaças disfarçadas. Não há razão nenhuma e há tantas razões. Já são muitos anos e somos muitos e muito diferentes. Criámos vícios, testámos limites e não sei se teria sido possível de outra forma. 

Dá-me medo. Mas não é a primeira vez que sinto medo por nós. No fundo, apesar do que sintamos, e do que digamos sabemos quem somos, sabemos o nosso lugar na vida uns dos outros. Nem sempre nos respeitamos nos nossos timings, mas sempre gerimos o nosso tempo (o tempo Nós) da forma possível. Com convicção. E quando um quebra, o outro salta para a frente, fortalecido e rejuvenescido,  para relembrar, sem palavras, sem gestos, quem somos - plural. Nós.

Às vezes, na poeira do tempo, fica escondida a nossa razão de ser. O nosso princípio. E quando quebramos não queremos ver, porque há cansaço. Mas um dia, depois da quebra do Outono chega Novembro, a chuva explode sobre nós e lava tudo. Tudo. E voltamos ao início, mas com mais entrega, porque aí sabemos de novo. Sei o meu lugar em ti, e em ti, e nela e nele. 

Mas dá medo...

:: no monumental e noutras salas

um quadro divertido dos estereótipos geográficos em França.