10.15.2008
:: repto
:: and so it is !
10.14.2008
:: a queda
Reparei primeiro na camisola, de lã grossa, demasiado grossa para o calor que fazia. A malha tinha falhas, ou melhor dizendo, buracos, e tentava, quem sabe, iludir os ossos salientes sob a pele envelhecida e escura do sol. Depois vi os olhos, verdes, vazios. Não encontrei o brilho, há muito perdido.
10.13.2008
:: quando tiverem um minutinho, passem aqui
10.09.2008
:: no trânsito
10.08.2008
:: and... it happened again!
As expectativas são lixadas. São o passo imediatamente anterior à desilusão, portanto quando expectamos algo, é certo e sabido que em 90% dos casos nos vamos desiludir e com a desilusão vem a tristeza, a frustração, a lágrima. Perdoem-me portanto este post, mas percebam porque não tenha uma boa impressão das expectativas.
Mais lixado ainda que ter um volume considerado razoável expectativas ao longo da vida e em situações de alguma importância, é ser-se um Ser irremediavelmente expectante em todos os aspectos e a todo o momento. Entenda-se que expectativa não tem aqui o significado literal de uma esperança fundada em promessas ou probabilidades. Não. As minhas expectativas são completa e absurdamente infundadas! São contruídas sobre castelos no ar. Porque eu gostava que fosse assim, então faço o filme (romanceado), alimento a história com pormenores, detalhes pequeninos mas que fazem toda a diferença e espero.... espero... espero... mas quase nunca acontece.
Frustração é um sentimento quase tão lixado como são as expectativas. E eu sinto-me assim muitas vezes... demasiadas vezes. Resta-me esperar que a idade me traga juízo e temperança. Já é tempo!