10.29.2008

:: sô tôr

dos médicos espero invariavelmente verdades seguras e absolutas.
e esqueço-me de todas as vezes que eles são só humanos...

- apareceu-me uma ferida estranhíssima nas costas.
- estranha porquê? Não é nada estranha! (...) mas por acaso não sei  que é. Nunca tinha visto isto antes...


:: roisin murphy, é hoje*


pois é, mas não é para mim...

* [apesar da data, este post é para ser lido hoje, dia 30. Toca a fechar os olhos se lerem isto entre as 23.00 e as 24.00 de dia 29 e voltem dia 30. Confusos? Óptimo!]

:: a menina dança?




... o sorteio é hoje. 

Wish me luck!

10.28.2008

:: manhãs, ou de como o trânsito nos pode estragar o dia

o sítio onde vivo foi invadido por gruas, escavadoras e pó cinzento. Primeiro pensei que era um mal necessário até que um dia acordei e tinham nascido semáforos em todas as ruas, tinham invertido os sentidos antigamente instituídos, plantado sentidos proíbidos onde não os havia e abolido qualquer possibilidade de estacionamento à superfície. Ainda assim contrariei a fúria inicial e convenci-me que todos estes contratempos seriam em prol de um bem comum e benemérito: para acabar com os carros, educar as pessoas a usar os transportes públicos e tornar a cidade mais respirável. Mas não durou muito porque cedo percebi que é difícil ser altruísta quando os sinais vermelhos (ou encarnados se preferirem) resolvem declarar guerra à nossa pessoa e cair SEMPRE antes de passarmos por eles. Malditos!