3.06.2009

:: l'hommage

eu já desconfiava, mas agora tenho certeza que os meus Amigos são mesmo os melhores Amigos do mundo. não me canso de repetir a palavra, assim mesmo, em maiúsculas, que é como vocês são. Grandes! 

foi um dia em cheio que começou logo de manhãzinha com um telegrama de chocolate, doce, muito doce, e acabou com com um brinde de Champagne.

é muito bom sentir que continuo a fazer parte das vidas dos amigos de sempre e de começar a fazer parte das vidas de amigos muito recentes e sobretudo de saber que as pessoas não se perdem pelo caminho e que, pelo contrário, aos 29 anos tenho o privilégio de continuar a aumentar o grupo de pessoas que moram no meu coração.

i'm a lucky bastard...


:: ontem foi assim


o dia de anos não é a comemoração de mais um ano de vida. é uma desculpa óptima para ser o centro das atenções, receber mimos e fazerem-nos sentir a pessoa mais querida do mundo... mesmo que não seja verdade!


3.04.2009

:: so what?

li algures na blogosfera um post com o título "E se estivermos destinadas a ficar como as nossas mães?". assim mesmo, com este tom de nojo. pois muito bem, eu, se fosse mais como a minha mãe seria mais feliz e mais positiva, teria maior capacidade de relevar, mas ao mesmo tempo seria mais exigente comigo, teria valores mais sólidos, seria mais doce e teria uma inteligência emocional como nunca conheci a ninguém, algo que ajuda muito a levar a vida nos dias que correm. o que me leva a concluir que se estiver destinada a ficar como a minha mãe... ficarei muito bem, obrigada!
apesar de anteontem ter voltado ao ginásio depois de longos meses de greve, juro que é isto que me apetece gritar a toda a gente!



já se vê... não foi uma decisão pacífica...

:: balanço

ainda não tive tempo de fazer as pazes com o tempo que não tenho para fazer aquilo que é realmente importante.

2.27.2009

:: quero tanto...


desejava-o ardentemente. Mas esperei, com uma paciência infinita, que a moda passasse. E até houve momentos em que me esqueci que o queria tanto. Até que há dois dias cheguei a casa e ele estava lá. Mas não era para mim.

e, com uma paciência renovada, resisto ao maus instintos que me sussuram para o trazer comigo e sucumbir à tentação de lhe preencher as folhas com o mais profundo de mim. E com muitos disparates. como aqui.
é que isto de ter um blogue é giro, mas há coisas que não podem ser escritas e a folha física de papel tem uma aura que o digital, perdoem-me, ainda não consegue ter