3.25.2009

:: vermo-nos ao espelho

para dar uma espreitadela. nem sempre é bom, o reflexo num espelho, mas neste tudo é verdadeiro, sentido e simples. e embora ainda esteja a dar os primeiros passos, estou certa que será sempre assim!

3.23.2009

:: o açúcar dos dias

são aqueles momentUs tão pequenos que todos deixamos passar sem devidamente os apreciar. é a nova (e primeiríssima - digam todos - hurra! ) rúbrica do Pessoal.

chega o Verão e fico assim!  agora???? agora,  aturem-me :)

:: ainda não foi desta

alguém lá em cima achou que eu não merecia isto, para já. e eu aceito. e para a próxima mudo de estratégia. ponho a máquina a jogar por mim! está visto que os números nunca foram o meu forte...

podia ter sido pior... podia ter ganho e perdido o boletim. é todo o meu género!

3.19.2009

:: estou mesmo crescida páh

ontem, pela primeiríssima vez nos meus redondos vinte-e-nove-quase-trinta-anos-de-vida, joguei no Euromilhões. e joguei à antiga. sem deixar a aldrabona da máquina escolher-me a sorte!


percebo que o mundo está virado do avesso quando um portátil novinho em folha, com as teclas duras da falta de uso e o ambiente de trabalho virgem, me deixa ligeiramente excitada com o mundo de possibilidades que de repente antevejo no meu dia-a-dia profissional.

bom... virado do avesso, é certo, mas ainda longe do fim. note-se que as novas sensações acontecem 5 semanas depois de ter o referido computador desligado a apanhar pó sem merecer da minha parte um olhar de atenção que fosse.

convenhamos, mais vale uma máquina completamente lixada que leva 3 horas a arrancar (sempre é uma boa desculpa para ir beber um café) do que despender paciência e neurónios a explorar coisas com as quais definitivamente não sabemos lidar.

:: ser crescido é isto

é uma constatação triste, mas nos dias que correm não tenho tempo para pensar, para me sentar (sentido figurado meus caros, que o dia é passado em cima do traseiro) a escrever aqui coisas com pés e cabeça ou com mais de duas linhas. não sei escrever se não me consigo ouvir e (isto sim é verdadeiramente triste) sem conseguir ouvir os outros, sentir os outros, gozar momentos de partilha.

tudo é feito no meio de uma corrida, com o telefone a saltar-me das mãos. a pressão dos prazos no trabalho sufoca as conversas e tira-me o sorriso para os outros. se quero ir ao ginásio, não posso estar com a família, se tento fazer ambos, tenho de tirar pelo menos mais duas horas de sono às parcas 6 a que tenho direito ultimamente.

mas não é a má disposição da privação de sono que me preocupa... o problema é que chego àconclusão que cada vez mais me apetece ler lixo e ver televisão lixo, daqueles programas de digestão fácil, de preferência rápidos, que não deixem o coração acelerado e uma ruga na testa.