2.03.2010

::momentos altos na vida de uma princesa


entrei no comboio, feliz por ter lugar sentada, para variar. sentei-me à frente de um puto magro e alto, cabisbaixo, com uma aura introspectiva. 3 segundos, foi o tempo que lhe dediquei na minha cabeça. depois disso viajei (é a maior vantagem dos transportes públicos... aumentam a capacidade de nos alhearmos do mundo).
saímos os dois, ele à minha frente, eu atrás dele. voltei a concentrar-me na figura, desta vez foi o cabelo. pensei que aquele corte me era familiar e que o puto era realmente alto, caramba! pensei outra vez que era mesmo parecido com aquele rapaz que às vezes diz umas piadas na rádio e agora tem um programa na TV e faz teatro e cenas...
Bruno.... Bruno Nogueira! dei uma corrida, ultrapassei-o. era ele, o Bruno Nogueira!

e pronto. é isto o post de hoje....

perdoem a minha pequenez tão bimba ao ponto de achar que este acontecimento merecia ser partilhado em muy nobre cantinho de devaneios. notem que esta vida não é fértil em acontecimentos excitantes e, em minha defesa, devo dizer que o mais perto que estive de alguém famoso, leia-se "que-aparece-na-tv", foi em Vinhais de Cima numa discoteca de frequência duvidosa onde levei um encontrão daquela bouuazona que apareceu há dias com a mana na Playboy, [bouuuaaaaa que só ela!] e que também canta além de tirar fotografias em poses fixes por 800 mocas.

agora ide. ide com a minha bênção que aqui já são horas de jantar (estudar).

2.02.2010

não consigo mais ter os olhos abertos.
fartei-me de estudar (cuscuvilhar blogues).
vou dormir... de consciência tranquila.
porra!!!
uma mulher histérica aos gritos na telenovela mais rasca de todos os tempos.
e eu a querer ler blogues (estudar).

fuck! já disse aqui que devia estar a estudar?

::as void as it could be, she would always find a touch of colour somehow




:: (info)exclusões

já não consigo viver sem PDA.
não falo de telemóveis, mas de internet no telemóvel, de e-mails e facebook, calendário, contactos sincronizados, informação em formato digital. tudo sempre à mão.

mas coro, juro que coro até à raiz dos cabelos. o rosto a ferver de vergonha. de cada vez que, à entrada do metro, embrenhada na minha tecnologia, passo pelo senhor que ali dorme.