ainda assim, o mundo chama. e tu não queres sair.
2.23.2010
::essa maré não é tua
que sabes tu sobre eternidade?
corre, furiosa, por entre as pessoas, até te faltarem pernas, corre até venceres o teu corpo... vais acabar por perceber, numa curva qualquer, que o cheiro dele não te largou. vais querer roçar as costas na parede com fúria, e pedir para deixar de sentir a marca da mão grande no teu pescoço. desiste disso. limpa o sangue do ombro e inspira essa doçura masculina. ofereço-te a tranquilidade da promessa de que um dia conhecerás uma outra marca, mas é melhor que saibas desde já que não serás tu a decidir quando.
2.20.2010
:: sigh*
nunca serei uma pessoa erudita, tenho uma facilidade demasiado grande em dispersar-me com as coisas absolutamente mundanas da vida. como trapos e má televisão e isso.
[ah! e estava a esquecer-me da idade, com 30 anos, já ninguém muda...e já é idade para ter juízo, como diz a minha sábia mãe]
[ah! e estava a esquecer-me da idade, com 30 anos, já ninguém muda...e já é idade para ter juízo, como diz a minha sábia mãe]
2.19.2010
2.17.2010
2.16.2010
2.12.2010
e é isto! chegamos de novo àquela época de ano em que, a todo o momento, corremos o risco de levar um safanão do Zorro em pleno metro de Lisboa.
[crianças mascaradas às 8 da manhã é algo que me aflige sempre muito. uma pessoa, ainda meia sonolenta, não está preparada para olhar para baixo e ver uma espada em riste e um olhar malévolo dirigido a si...]
[crianças mascaradas às 8 da manhã é algo que me aflige sempre muito. uma pessoa, ainda meia sonolenta, não está preparada para olhar para baixo e ver uma espada em riste e um olhar malévolo dirigido a si...]
Subscrever:
Mensagens (Atom)
